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RG da POESIA

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

OBRANOME II - Parque Lage - Rio de Janeiro - FOTOS

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Várias fotos das diversas e diversificadas obras da OBRANOME II, edição de 2009, na EAV do Rio de Janeiro, no link:
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http://guilkato.multiply.com/photos/album/336?mark_read=guilkato:photos:336
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"A TÁTICA: FUTEBOL" na OBRANOME II - Parque Lage - Rio de Janeiro

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O Poema Visual "A TÁTICA: FUTEBOL" já foi publicado aqui no link:
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http://visu-al-chaer.blogspot.com/2008/10/ttica-futebol.html
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Lá temos um ementário da obra, bem como sua versão original e a versão montada para a OBRANOME II, que aconteceu em Brasília, no Museu Nacional da República, fazendo parte da I BIP (I Bienal Internacional de Poesia), em setembro de 2008.
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Para esta edição da OBRANOME II, em exposição até o dia 25 de outubro de 2009, na EAV do Parque Lage, Rio de Janeiro, o Poema Visual "A TÁTICA: FUTEBOL" foi montado assim:
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Em breve terei uma foto da obra com um enquadramento melhor.
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OBRANOME II - Parque Lage - Rio de Janeiro - Vídeo da Noite de Abertura

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Para ver um vídeo da abertura da OBRANOME II, realizado pelo talentoso ALEXANDRE RANGEL, o link é:
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http://www.youtube.com/watch?v=fRxQE5jDQvc
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E, para conhecer mais sobre ALEXANDRE RANGEL, o endereço de seu Blog "QUASE CINEMA" é:
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http://www.quasecinema.org/joomla/index.php
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Mais sobre OBRANOME II - Parque Lage - Rio de Janeiro

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Mostra 'Obranome 2' une 58 artistas em poesias visuais
Isabela Fraga, Jornal do Brasil
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(originalmente publicado no link: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/24/e24098241.asp)
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RIO DE JANEIRO - No plano piloto da poesia concreta, escrito em 1951, Augusto de Campos, Décio Pignatari e Haroldo de Campos clamavam que as obras deveriam se desgarrar do verso, do ritmo e da métrica. No papel, esse pensamento iconoclasta traduziu-se em caligramas, ideogramas e concretude – desdobramentos da união entre escrita e imagem que podem ser vistos a partir de sexta-feira na exposição Obranome 2, no Parque Lage. Lá estão expostas obras de 58 artistas contemporâneos que trabalham com a relação da palavra com as artes visuais, das mais diversas formas. Com curadoria de Wagner Barja, a exposição é a segunda edição de uma série, iniciada na 1ª Bienal Internacional de Poesia, em setembro de 2008.
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– Palavra e imagem fazem parte de uma mesma semântica visual e, quando são fundidas na mesma matéria-prima, geram o conceito de obranome – explica Barja.
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Nas duas salas que a exposição ocupa, há obras tanto de artistas que sempre trabalharam com poesia visual quanto de outros que começaram a tratar dessa relação mais recentemente. Nomes como Hélio Oiticica, Waly Salomão, Xico Chaves, Luiz Ernesto e Arnaldo Antunes estão presentes, misturando artistas consagrados com outros que ainda estão estabelecendo seu nome no meio.
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Quando entra nas salas da cavalariça do parque, onda a exposição está montada, o visitante é impactado pela profusão de letras e textos espalhados nas paredes, no chão, em quadros e até como projeção. É como se a própria palavra se revoltasse contra a ideia comum de que ela deveria ficar presa a um texto. A mensagem é clara: ela é livre, e pode ser tanto escrita quanto imagem. A diferença, afinal, é bastante tênue.
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– O texto já é, por si só, uma imagem – declara Barja. – E, como imagem, se desdobra em várias coisas. Essa ideia não está no imaginário da maioria das pessoas porque estamos muito acostumados com o imediato da comunicação.
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Para Domingos Guimaraens, artista cuja obra – cinco foices cujas pontas formam a palavra “corte” – está na exposição, defende a ideia de que a poesia visual brinca com a relação entre o que é visto e o que é lido.
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– Muitas vezes, as imagens revelam demais. Já a palavra tem um quê de mistério que deixa as coisas interessantes. Por exemplo, se você faz uma descrição da mulher mais linda do mundo, a imagem vai impor um padrão. Já as suas características escritas deixam essa ideia mais aberta a subjetividades – diferencia Guimaraens. – A poesia visual joga com esses dois lados: quando eles se encontram, o contraste fica interessante.
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A projeção em vídeo que integra a exposição, do artista paraense Armando Queiroz, é um bom exemplo do uso das tecnologias digitas em poemas visuais. Intitulada Dissolução do ego, seu poevídeo mostra um comprimido efervescente com a palavra ego escrita que, ao ser diluído, vai soltando as letras.
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– As tecnologias digitais ajudam muito a integrar as outras. elas ensinam que precisam dos conteúdos para poderem trabalhar a coisa em si – opina Barja.
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Engana-se, entretanto, quem acha que a união entre os dois elementos é algo contemporâneo. Em seu manifesto “contra uma poesia de expressão, subjetiva e hedonística”, os concretistas buscavam instituir uma arte simples e concisa – como exemplifica com perfeição o clássico poema de Augusto de Campos, em que palavras “luxo” formavam outra palavra, “lixo” – e não há nada além disso. Tais preceitos, que formam uma das correntes estéticas mais importantes da língua portuguesa, não derrubaram versos, rimas, ritmos e expressividade. O que não significa que os ideais concretistas tenham se perdido. Muito pelo contrário.
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– Há algumas coisas que nós consideramos novidades, mas que existem desde a protoimagem da arte. Por exemplo, há poemas visuais de três séculos antes de Cristo – contextualiza o curador. – Isso não significa que poesia visual seja algo ultrapassado.
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OBRANOME II - Parque Lage - Rio de Janeiro

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Mostra OBRANOME II inaugura no Parque Lage
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A Escola de Artes Visuais do Parque Lage inaugura a exposição OBRANOME II, nessa sexta-feira (25/9), às 19h. OBRANOME é uma exposição que reúne 51 artistas com trabalhos que apontam diferentes linguagens e caminhos no processo de criação da obra de arte. No entanto, a palavra escrita integra a essência criativa de todos eles, seja nas formas: isolada, recriada, contextualizada, descontextualiza, imersa em outras linguagens ou transmutada em fragmentos de linguagem; elas, as palavras, deixam resquícios e marcas de sua existência.
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São artistas que deram outros significados para utilização das palavras, abandonando a sintaxe convencional. Há os que partem das palavras e os que chegam até ela; a palavra – visual, sonora ou tátil. Os movimentos dos signos, significados e significantes estão no cerne da criação. A passagem da palavra à imagem, da imagem convertida em poesia, da imagem que se transmuta em objeto e do objeto em palavras. O ir e vir das linguagens, que se fundem e se separam nos canais da racionalidade e da intuição.
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Mostra que apresenta uma pitada de historicidade e uma explosão de atualidade no contexto da poesia visual contemporânea. Da caneta e papel à inclusão das novas tecnologias, a palavra escrita integra a essência criativa de todos os trabalhos. Imersas em outras linguagens ou transmutadas em estilhaços de linguagem, elas, as palavras, deixam resquícios e marcas de sua existência. Obranome resgata a idéia do poema-objeto e instiga várias possibilidades de comunicação entre a obra e o público. São artistas que apostaram em outros significados para utilização das palavras, abandonando a sintaxe convencional.
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(notícia publicada no link: http://www.cultura.rj.gov.br/detalhe_noticia.asp?ident=861)
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Para ver a página de divulgação de OBRANOME II no "site" da ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE, o mesmo "release" é apresentado, juntamente com a relação dos artistas participantes, bem como as informações para visitação. A Exposição vai até o dia 25 de Outubro de 2009.
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http://www.eavparquelage.org.br/eavText.asp?sMenu=EXPO&sSume=PEXPO&sText=215

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

aprendizado


(nos comentários, divido com vocês o processo de concepção deste poema)