Sobre os poemas "em movimento" (transformados para vídeo), outro dia estava discutindo esta questão com o Wagner Barja (o curador da mostra OBRANOME). Não chegamos a uma conclusão, mas o resumo do que conversamos foi o seguinte:
O movimento é lúdico e é um aporte a mais para a apresentação.
Mas quando um poema "estático" sugere o "movimento" (o que ocorreu com a sua leitura, Carmem), reside aí um destaque a mais para o poema, que conseguiu de forma estática comunicar uma idéia de movimento.
Ao produzir um vídeo, há um roteiro (assim também o é para os poemas em vídeo). Quando um autor define os planos e a sequencia, esta passa a ser a única apresentação.
Por outro lado, quando o leitor "c ria" o movimento a partir da leitura, aí cada leitor poderá imaginar uma sequencia com seus planos. Aumentam as possibilidades de "leitura" do "movimento".
Mas você tem razão, Carmem, pois eu fiz este poema em quatro quadros imaginando um "vide-AL-Chaer".
E se as linhas se cruzassem, numa tentativa de "ultrapassagem"? E as "ultrapassagens proibidas"? E se criássemos movimentos senoidais?
concordo, AL. é como vejo, tbém... mas é, realmente, muito rico quando as várias formas de "existência" de um poema podem vir a se concretizar mesmo que na imaginação do v(l)eitor. e, como dissestes, é tão bacana qdo "vidas diferentes" de uma mesma obra se apresentam pro próprio autor através do olhar do outro, né?
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8 comentários:
muito legAL... em movimento ficaria tri!
uau! uma história completa... on the road :)
"Mê"nina,
É mesmo uma história completa e pode ser também quatro histórias de amor distintas.
AL-Braços
AL-Chaer
Carmemoça,
Sobre os poemas "em movimento" (transformados para vídeo), outro dia estava discutindo esta questão com o Wagner Barja (o curador da mostra OBRANOME). Não chegamos a uma conclusão, mas o resumo do que conversamos foi o seguinte:
O movimento é lúdico e é um aporte a mais para a apresentação.
Mas quando um poema "estático" sugere o "movimento" (o que ocorreu com a sua leitura, Carmem), reside aí um destaque a mais para o poema, que conseguiu de forma estática comunicar uma idéia de movimento.
Ao produzir um vídeo, há um roteiro (assim também o é para os poemas em vídeo). Quando um autor define os planos e a sequencia, esta passa a ser a única apresentação.
Por outro lado, quando o leitor "c ria" o movimento a partir da leitura, aí cada leitor poderá imaginar uma sequencia com seus planos. Aumentam as possibilidades de "leitura" do "movimento".
Mas você tem razão, Carmem, pois eu fiz este poema em quatro quadros imaginando um "vide-AL-Chaer".
E se as linhas se cruzassem, numa tentativa de "ultrapassagem"? E as "ultrapassagens proibidas"? E se criássemos movimentos senoidais?
É isto, Carmem!
AL-Braços
AL-Chaer
concordo, AL. é como vejo, tbém... mas é, realmente, muito rico quando as várias formas de "existência" de um poema podem vir a se concretizar mesmo que na imaginação do v(l)eitor. e, como dissestes, é tão bacana qdo "vidas diferentes" de uma mesma obra se apresentam pro próprio autor através do olhar do outro, né?
abç!
Carmem,
É um privilégio trocar in-form-ações com a sua rara veitura.
Quando há "carmemnicação" este diÁLogo confirma que está vALendo a pena tudo que estamos buscando pela/para a poesia.
Você ALcaba de ganhar o verbo "carmemnicar" !!!
obrigALdo pelos riquíssimos "carmemtários".
(um substantivo novo, também! com direito a licença ortogrÁLfica, um "m" antes do "t", cheio de "Charmem"...e mais este aí!)
AL-Braços
AL-Chaer
AL, vamos patentear isso, né? : D
obrigada por tuas pALavras que me deixaram muito fALceira, lisonjeALda e Charmemmosa!!!
1 bjº!
isto mesmo: ON THE ROAD"!!!
otimo, abraços,
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